Sambão do Al Cappelli pode ser enquadrado em crime eleitoral?

Sambão do Al Cappelli pode ser enquadrado em crime eleitoral?

Nesta terça-feira [11], o secretário da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial, Ricardo Cappelli [PSB], transformou a celebração do seu aniversário de 53 anos em um evento político disfarçado. O local escolhido foi o Clube do Choro, onde cerca de 1.500 convidados desfrutaram de uma festa com tudo gratuito: bebidas, música ao vivo e estrutura de primeira.

Sambão do Cappelli, como ficou conhecido, reuniu a nata da esquerda brasiliense. Apesar de convidado, o presidente Lula [PT] dificilmente compareceria, já que está ocupado resolvendo questões internacionais, como as tensões comerciais com os Estados Unidos e a taxação do aço brasileiro.

Com uma estrutura que incluiu banda, open bar – segundo participantes – e locação de espaço, o evento levantou suspeitas sobre os reais objetivos por trás da festança. Afinal, Cappelli, que já foi lançado pelo PSB como pré-candidato ao governo do Distrito Federal em 2026, pode ter pisado na linha tênue entre a comemoração pessoal e o uso de recursos para fins políticos antecipado.

A pergunta que ecoa nos bastidores é: Cappelli cometeu abuso de poder econômico e propaganda eleitoral antecipada? Será que a Justiça Eleitoral vai engolir essa versão?